quinta-feira, 31 de março de 2011

Não remova os marcos antigos!!!

Depois de muito tempo sem postar, estou de volta...
agora ando um pouquinho mais atarefado, mas creio que de vez em quando vou conseguir postar alguma coisa.

Hoje eu estava pensando sobre muitas coisas que andam acontecendo no meio evangélico, principalmente na minha querida Assembleia de Deus (agora sem acento, eu preciso me acostumar com as novas regras ortográficas), mas voltando ao assunto, eu fico triste ao ver que nós estamos removendo os marcos antigos que foram colocados por nossos pais na fé.
Como consequencia disso nós estamos perdendo a nossa identidade. Hoje nas AD's já não prevalece o modo de ser assembleiano, o que há é uma tentativa de imitar outras denominações.
A começar pelo louvor, já não aguento mais ouvir esses mantras gospels e as boas e velhas canções que outrora foram usadas para evangelizar e para engrandecer o Nome do SENHOR se tornaram antiquadas. As mensagens, se tornaram mais um discurso de determinismo e a única coisa que se fala é de prosperidade (pregaram tanto contra isso, mas hoje estão fazendo disso a sua bandeira). E as orações, são vazias, cheias de jargões e eu já não aguento mais ouvir gente dizer que "determina" tal coisa. O negócio está mudado, antigamente quem determinava era Deus.
Mas o que me deixa ainda mais contrariado é que os nossos jovens, e as nossas crianças estão crescendo sem saber nada sobre a nossa história. Daí eu me pergunto, como uma pessoa vai amar algo que ela não conhece?? E pior ainda, não se incentiva mais a leitura da Bíblia. É vergonhoso ver o quão pouco os jovens entendem da Palavra de Deus.
Não quero nem pensar no que virá no futuro de uma igreja assim, espero que não venha a acontecer o mesmo que aconteceu nas Igrejas Metodistas da Inglaterra, que outrora eram cheias, mas hoje estão vazias.

Mas se tivessemos dado ouvidos ao que disse Salomão, talvez hoje não estariamos assim...


P.S.: Este post era pra ser um desabafo, mas não se se consegui atingir o meu objetivo. Parece que ainda me sinto um pouco carregado. Confesso que depois que escrevi aliviei  um pouco, mas não o bastante.

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